Estudantes Brasileiros na CN

Brazilian Students in CN < Edivaldo José da Silva Junior

Nome:
Edivaldo José da Silva Junior
Universidade no Brasil:
Universidade Federal da Integração Latino Americana
Nome da universidadechinesa:
Tongji University
Profissão:
Engenharia Civil

- Fale sobre sua experiência no Ciências sem Fronteiras na China

A china foi a minha primeira experiência de intercâmbio. Aceitei o desafio de vir estudar na China falando apenas português. Sabia que seria difícil por causa a da falta de conhecimento e experiência, mas não pensei que seria tão difícil assim. No primeiro ano tive aulas intensivas de mandarim em inglês e ambas as línguas eram difíceis para mim. Os estudantes brasileiros foram alocados em um projeto existente de ensino de mandarim do CSC, e isso dificultou muito. Os bolsistas do CSC eram estudantes estrangeiros recém formados do ensino médio, com faixa etária entre 16 e 18 anos. Nas aulas de mandarim éramos tratados como estudantes do ensino fundamental. Presenciei a minha professora arremessar o livro de um estudante que não terminou a lição de casa. As aulas eram intensivas e a pressão era grande. Ví vários brasileiros desistirem ao longo do primeiro ano, e por várias vezes eu também quase desisti.


A adaptação cultural não é difícil. É possível encontrar pratos parecidos com o que estamos acostumados no Brasil enquanto nos adaptamos a culinária chinesa. Hoje eu me considero um fã de tofu.


Para finalizar, esse intercâmbio de dois anos na China me proporcionou muita experiência, muito conhecimento e com certeza, alterou completamente a minha perspective em relação a tudo na vida.


- O que você mais tem aprendido com os chineses em sua experiência no Ciência sem Fronteiras?

Os chineses são pessoas boas. No geral considero os chineses muito inocentes quando comparado com os brasileiros. Os chineses são educados para não questionar e sempre responder. Desde que cheguei na China sempre questionei uma característica dos chineses que é“Nãoexiste um porquê" . No início eu enlouquecia quando queria ou precisava de algo e não era atendido, e o pior, não existia um porquê. Hoje eu aprendi a respeitar isso. Acredito que me tornei uma pessoa melhor. Não reclamo de tudo como antes. Não questiono tudo como antes. Faço o que tenho que fazer mesmo que na maioria da vezes não exista um porquê.


- O que a vida na china representa na sua formação acadêmica e profissional?

Ultimamente quando assisto a TV chinesa vejo acordos comerciais entre Brasil e China o tempo todo. Acredito que o nosso atual cenário econômico brasileiro irá me proporcionar muitas oportunidades por falar mandarim, ter conhecimento cultural e ter vivido na China por dois anos.






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